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Sul e Sudeste aprimoram modelos de controle de resíduos industriais

Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul estão em fase final de teste para a implantação da plataforma eletrônica de controle de movimentação dos materiais


s regiões Sul e Sudeste estão um passo à frente no desenvolvimento de sistemas de controle de resíduos industriais e desenvolvimento de políticas públicas na área ambiental.

O estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul estão em fase final de teste para a implantação da plataforma eletrônica de controle da movimentação dos resíduos industriais, fruto de um acordo de cooperação firmado entre os órgão ambientais estaduais e a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) de Santa Catarina, com o apoio técnico da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre).

A proposta é replicar o sistema que funciona há um ano de forma obrigatória no território catarinense. Por ser feito de maneira online, a ferramenta permite o acompanhamento quase que em tempo real de todas as etapas da cadeia de resíduos sólidos no estado, incluindo a geração, o armazenamento, o transporte e o tratamento e disposição final, mesmo quando a origem ou destino dos rejeitos for fora do estado em questão.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre), Carlos Fernandes, o sistema unifica o modelo de declaração das empresas geradoras de resíduos – antes feito de maneira isolada e sem um critério único – e facilita o desenvolvimento de políticas públicas mais efetivas nos estados.

“O principal avanço é a segurança do gerador com relação a destinação correta e, sobretudo, a prevenção de passivos e crimes ambientais. Também assegura a rastreabilidade dos resíduos e a confiabilidade dos documentos comprobatórios da destinação final efetuada”, afirma Fernandes.


Sobre a Abetre

Fundada em 1997, a Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos e Efluentes (Abetre) congrega as principais empresas especializadas em tecnologias de proteção ambiental em resíduos sólidos e efluentes líquidos, tais como disposição em aterro, coprocessamento, incineração e outros processos físicos, químicos e biológicos. As unidades operacionais de suas associadas e coligadas representam cerca de 25% das plantas em operação, 60% do segmento de resíduos urbanos e 80% do segmento de resíduos industriais em relação aos serviços de destinação prestados por organizações privadas.


Fonte: Thiago Nassa (MTb. 30.914) - Retoque Comunicação



Sul e Sudeste aprimoram modelos de controle de resíduos industriais

Fonte Imagem: Retoque Comunicação


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